Arleen Clemesha, diretora do Centro de Estudos Árabes da USP, nos surpreende com uma visão do Irã que em nada combina com os esteriótipos que costumamos associar ao país.
"O que existe no Irã, diferente do país fechado que se costuma imaginar, é uma juventude se expressando por todos os poros - mais de 70% da população iraniana é jovem. Quando há repressão, há um sinal de crise política. A polícia dos costumes repreender alguém pode representar um voto para um progressista"
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