Em entrevista ao Papo Antagonista, o relator da MP do Auxílio Brasil, Marcelo Aro, negou que o texto tenha como objetivo alterar a linha da extrema pobreza de forma artificial.
Segundo o deputado, a correção será feita de acordo com a inflação, para garantir que os mais pobres tenham direito ao benefício.
"Estamos mexendo de R$ 89 a linha de extrema pobreza para R$ 105. Então, não é uma simples canetada e, de repente, eu estou aumentando o balaio de pessoas extremamente pobres no Brasil. R$ 89 era considerado extremamente pobre em 2018. A inflação veio. Eu estou simplesmente corrigindo a inflação."
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