O vereador Fernando Holiday acaba de apresentar ação popular, com pedido de liminar, para que a Prefeitura de São Paulo suspenda o pagamento do cachê de R$ 100 mil referente ao show da cantora Daniela Mercury no último domingo 1, Dia do Trabalhador.
A artista subiu no palco da praça Charles Miller logo depois de Lula, que fez discurso de cunho eleitoral. Também participaram do ato líderes sindicais e aliados, como José Dirceu, Fernando Haddad, Guilherme Boulos e Gleisi Hoffmann.
Daniela Mercury escancarou apoio ao petista, transformando o evento num showmício, o que é proibido pela legislação eleitoral.
Na ação, obtida por O Antagonista, Holiday ressalta que, durante o show, a artista declarou “apoio escancarado ao pré-candidato à presidência”. Ele reproduz declaração de Daniela afirmando que “tem que ter Lula, tem que ser Lula, tem que ser Lula, eu quero Lula, tem que ter Lula. (…) A gente precisa dele, então todo mundo dá força pra Lula, ajuda”.
Para o parlamentar, o evento claramente beneficiou pessoas determinadas. “O evento é um verdadeiro escárnio ao princípio da impessoalidade (…) É inaceitável que o município promova um evento que ignore completamente a justificativa para sua realização e se torne um showmício, ignorando até mesmo a legislação eleitoral.“
Segundo Holiday, “é evidente o desvio de finalidade no evento, caracterizando o completo desprezo ao erário”. “Cem mil reais serão gastos com um show que inicialmente seria em comemoração aos trabalhadores, mas na realidade fora um show para promover um pré-candidato, sendo inclusive, transmitido pelas redes sociais do Partido dos Trabalhadores (PT), partido de Lula.”
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