O ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, defendeu hoje em audiência na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC) da Câmara a compra de Viagra e de próteses penianas para integrantes das Forças Armadas.
Para ele, a compra do medicamento e das próteses é realizado apenas após “recomendação médica”.
“A Marinha do Brasil e o Exército Brasileiro já se manifestaram em notas, esclarecendo que o objetivo e a aquisição dos medicamentos e de próteses. Como qualquer cidadão, os militares, seus dependentes e demais usuários dos sistemas de saúde das Forças Armadas têm direito a um atendimento médico especializado. Assim, possuem acesso a consultas de qualidade para o qual contribuem mensalmente e coparticipam das despesas em caso de procedimentos, exames e internações”, afirmou ou ministro.
“Mas, como órgão de direção superior das Forças Armadas, o ministério tem essa visão holística no nível político das ações de cada instituição militar. Atesto que todas as aquisições são regidas pela lisura, transparência, eficiência administrativa, legalidade e correção”, declarou.
“A compra delas [próteses] ocorre apenas após recomendação médica, destinando-se a suprir as demandas de uso de órtese, de próteses, no atendimento a pacientes acometidos de patologias cujo tratamento assim recomenda”, acrescentou.
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