A principal central sindical da Argentina, a Confederação Geral do Trabalho, convocou nesta segunda-feira (16) uma greve geral no dia em que a Câmara dos Deputados debater a reforma trabalhista do presidente Javier Milei.
A proposta já foi aprovada pelo Senado.
O projeto, que pode ser debatido pelos deputados esta semana ou na próxima, reduz as indenizações por demissão, estende a jornada de trabalho para 12 horas e limita o direito à greve, entre outras medidas.
A confederação que representa os trabalhadores do transporte anunciou que apoia a convocação de greve, que promete paralisar o transporte terrestre, aéreo e fluvial de passageiros.
Os sindicatos filiados à Confederação Geral do Trabalho consideram as mudanças na legislação trabalhista "regressivas" e "inconstitucionais" e prometem contestar a reforma na Justiça caso a lei seja aprovada.
O governo afirma que as mudanças ajudarão a reduzir o emprego informal, que afeta mais de 40% do mercado de trabalho.
Ainda segundo o governo, a reforma ajuda na criação de empregos, ao reduzir a carga tributária sobre os empresários.
Imagens: AFP
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